Aqui em Porto Alegre - e em muitas outras cidades do Brasil, acredito - entrar em um táxi é mergulhar em um redemoinho de acasos, uma caixa de aleatoriedades, um roleta automobilística. Os táxis aqui certamente são movidos pela improbabilidade infinita que Douglas Adams tão inspiradamente criou. Uma vez dentro de um deles, as leis que regem o mundo externo são barradas e todas as dimensões e possibilidades de todos os universos possíveis se chocam dentro de um carro popular.
Um dia desses, fui obrigado a entrar em um desses buracos negros fantasiados de automóvel. Cauteloso, sentei no assento, dei o endereço ao motorista e coloquei os fones de ouvido, buscando minar qualquer possibilidade que o inesperado pudesse ter. Entretanto, não demorou muito e o taxista começou a reclamar vagamente dos tipos de pessoa que acabam pegando o táxi. Tentei ignorar, mas a insistência dele e a facilidade com que me rendo a convenções sociais tornou impossível. Ao menos parecia um tópico seguro, onde ele narraria causos de pessoas mal educadas e eu contribuiria com frases vagas do tipo "esses caras acham que são donos de tudo".
Mas, assim como acontece sempre que calculo o espaço necessário entre o meu joelho e a quina da mesa quando estou passando, eu estava enganado. O taxista desfilou sem pudor nenhum três histórias envolvendo sexo, misoginia, prostitutas, assédios sexuais, tudo isso DENTRO do táxi. Era como se o pequeno automóvel abrigasse uma temporada inteira de Game of Thrones. Ao chegar ao destino, precipitei-me para fora do veículo com a agilidade de um GUEPARDO e a coragem de uma GALINHA PARANÓICA. Mas melhor isso do que evitar que ele pudesse oferecer a novos passageiros uma quarta história. Afinal, existem duas criaturas no mundo que não confiáveis: impressoras e taxistas que soltam pérolas do tipo "sou um cara honesto, um cara trabalhador, um cara direito. Tanto que só uma vez deixei um casal fazer sexo no meu táxi".
Se não está no Google, não existe. Quantas vezes você já ouviu essa piadinha? Ela deve ter a idade do próprio mecanismo de busca. E ficou tão enraizada na cabeça das pessoas, que deixou de ser piada há muito tempo e se tornou uma espécie de slogan extra-oficial do Google por aqui.
Fácil perceber que a Google-dependência acometeu um número mais avassalador de pessoas do que a mais assustadora das previsões da OMS para casos de gripe suína. Experimente! Pergunte às pessoas à sua volta o que mudou na vida delas depois que descobriram essa maravilhosa ferramenta. Certamente choverão respostas das mais variadas, mas dificilmente alguém não vai ter nada a dizer a respeito.
Apesar desse caráter onipresente, a marca Google (ainda) não é a mais valiosa do mundo. Perde para a Apple e para a IBM. Repare, duas outras marcas relacionadas a comunicação/internet/etc. Alias, das 10 marcas mais valiosas de hoje, 7 são desse segmento. Alguém não apostou em Coca-Cola e McDonalds entre os 3 intrusos?
Esse número mostra, de forma exagerada, o quanto essa tal de internet borbulha em oportunidades. Mas hoje eu li uma pesquisa muito interessante da FGV que mostra que 1/3 dos brasileiros não tem interesse em usar a internet e que mais da metade das pessoas não vê necessidade em usá-la com freqüência.
A pesquisa se aprofunda mais, a ponto de chegar à conclusão de que não basta disponibilizar computadores para promover inclusão digital. O debate é interessante, mas ao me deparar com um numero tão expressivo de pessoas optando por não ter um contato excessivo com a grande rede, uma pergunta esperançosa ocupou a minha cabeça: Será mesmo que precisa estar no
Google pra existir?
Quando se fala em inúmeras possibilidades, é preciso entender que elas aparecem também offline.
As conquistas de Manchester City e Chelsea, ao longo da última semana, são o início de uma nova fase no esporte mais popular do mundo: o futebol fast-food. Já há bastante tempo que os clubes tentam se maquiar como empresas, mas finalmente a iniciativa começou a dar lucro. Agora ambas as equipes cresceram na hierarquia futebolística seguindo o caminho inverso: ao invés de surpreenderem em algum torneio e se tornarem famosas, ficaram famosas para depois surpreender em algum torneio.
Claro que os milhares de capitalistas xiitas vão invadir este post e dizer que é o curso natural das coisas. Talvez não exista mesmo um motivo lógico para diminuir as conquistas de City e Chelsea, mas estamos falando de futebol, paixão, instinto, e o instinto me diz que é a coisa certa a fazer. Assim, não deve surpreender a vocês que eu classifique times que primeiro vendem a marca e depois tentam conquistar algo como "futebol fast-food". Clubes cujo crescimento da torcida internacional é fruto de pautas na imprensa, e não de merecimento por critérios dignos (futebol, camiseta bonita, craque do leste europeu, volante de categoria, etc). É o equivalente a beber Heineken e dizer que ela é melhor do que a Polar.
Entretanto, ao que tudo indica, é a tendência a ser seguida. Podem esperar então muitas equipes irrelevantes ganhando status através de sheiks malucos que precisam lavar o dinheiro em algum lugar. A menos, claro, que algum herói esteja ressurgindo para impor os valores sagrados do futebol e doutrinar sem piedade a geração modinha que acha que dinheiro compra tudo.
E tem aqueles momentos onde simplesmente dá vontade de criar alguma coisa, mas sem saber exatamente o que - no meu caso, no atual momento, é um post de blog. É meio que uma onda de inspiração que atinge o corpo, sem jamais esquecer, claro, que inspiração não é sinônimo de "resultado" ou "trabalho bom". Uma sensação bastante esquisita, admito. Tipo aquela quando perguntam quais são as tuas músicas favoritas: o cara sabe que a solução está em algum lugar, mas parece impossível encontrar.
Momentos como esse são um trator alugado para esmagar impiedosamente a auto-estima até ela ficar tão insignificante quanto a seleção de futebol da França. De repente o sujeito é invadido por uma sensação de que está prestes a criar algo genial, atemporal, uma daquelas obras que daqui a anos estarão enfeitando museus e atualizações de status no Facebook, e acaba sentando em frente a uma zombeteira tela em branco, olhando para os lados enquanto tenta puxar um insight de alguma gaveta ou prateleira (jamais acontece. Gavetas e prateleiras simplesmente não são solidárias a esse ponto).
Se eu trabalhasse como roteirista dos Simpsons, poderia acabar o texto com alguma conclusão do tipo "moral da história: fuja da inspiração para fugir da decepção", mas a FOX ainda não me descobriu. O jeito vai ser ficar por aqui saboreando o gosto agridoce da palavra "quase" - o que, por si só, já dá uma sensação legal de "eu realmente tentei criar algo inspirado, mas fui impedido pela inspiração". Paradoxos, esses eternos salvadores de textos mal desenvolvidos e afogados em ideias vagas.
Acordou para ver a Fórmula 1 hoje? Bom, eu acordei. E como é bom ver várias ultrapassagens e diversas brigas por posições. Na corrida de hoje, na Espanha, Pastor Maldonado, venezuelano, não deu chances para Alonso, Hamilton, Vettel e companhia. Este último, aliás, fez um excelente final de corrida, pulando do 9º para o 6º lugar com boas ultrapassagens nas últimas 10 ou 15 voltas.
Mas Maldonado controlou o ritmo da prova, não deixou a pressão de Fernando Alonso (2º), até pouco antes das últimas 5 voltas, tirá-lo a concentração e mandou bem, como um veterano. No finzinho, Alonso só sustentou a posição com pneus muito desgastados, visto que a Lotus de Kimi Raikkonen estava por perto. Mas terminou assim: Maldonado (Williams) em 1º, com Alonso (Ferrari) em 2º e Raikkonen (Lotus) em 3º. Um baita resultado para a Williams, que tinha o Tio Frank fazendo 70 anos neste final de semana.
Williams, Ferrari e Lotus. Olha que briga! Lembra dessa época? Parece mais anos 80. Quanta saudade...
Cinco times do Gauchão desistiram de disputar a Série D do Brasileirão aqui pelo RS. De fato, está bem claro que o torneio não tem valor nenhum para patrocinadores bancarem essas despesas para os clubes, despesas um tanto maiores daquelas do campeonato local. Se repararem, basicamente são empresas locais que apoiam os clubes do interior e que ganham um pouco de nome além das fronteiras citadinas quando aparecem nas mangas das camisetas pela TV, o que compensa o gasto. Ou então é uma grande empresa que patrocina, de rodo, todo mundo. Quais estão dispostas a bancar uma equipe na série D, sem TV (e nem a reprise dos gols no Lance Final??) para viagens além do Mampituba? Alguém consegue ver alguma lógica nisso?
José Maria Marin : Presidente da CBF
Penso ser horrível um torneio com tantos clubes, mas sim, é necessário repensar a Série C com 60 clubes. Sugiro que dividida em duas fases: uma com os 56 clubes que hoje disputariam a Série D e a Série C (exceto os 4 rebaixados), divididos em pequenos grupos - por exemplo, com 7 em cada - , brigando por 16 vagas em uma segunda fase. Estes 16 classificados se juntariam aos 4 rebaixados da Série B e dariam continuidade ao campeonato até o final, com 20 times, como nas Séries A e B. Com isso, 4 clubes sobem e os 16 restantes desta fase, pelo menos, mantêm o direito de estar na Série C do ano seguinte (na primeira fase), junto com os 4 rebaixados da Série B (estes entrariam na segunda fase de novo), sem precisar disputar outro torneio classificatório para isso (que trazem os outros 40 que faltam todos os anos).
É ruim? É! Tem time demais e lugar de menos, mas aqui no Brasil não se pode negar o pessoal de jogar uma bolinha aos finais de semana, né?
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2012 chega então nas primeiras finais do futebol brasileiro, além, é claro, da final da Liga dos Campeões da Europa, no próximo dia 19, sem favorito "favoritaço!".
Não podia deixar de comentar, a facada no Guarani pelo Campeonato Paulista. O fato da Federação Paulista de Futebol ser a mandante dos jogos, e não os clubes, obrigou o Guarani a aceitar jogar as duas partidas finais fora de seu estádio, inclusive da cidade de Campinas, o que tira boa parte de sua força, inexplicável em poucos esportes da forma como vemos no futebol, que se faz pelo "jogar em casa". Uma pena para uma equipe que lutou bravamente para estar entre os 4 melhores da primeira fase do campeonato - e conseguindo - a fim de ter melhores chances na reta final. Mas o "canetaço" é mais forte quando tratamos da entrega da taça, o que ocorre nas finais. Uma M... de canetaço ainda hoje em dia! Quando é que vamos parar de ver destas?
É isso. Bons jogos, boa torcida e boa secadinha básica pra quem me acompanhar domingo na tela da RBSTV...
Direção: Joss Whedon Roteiro: Joss Whedon, baseado em história feita por ele e Zak Penn e nas personagens criadas por Stan Lee e Jack Kirby
Elenco
Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro)
Chris Evans (Steve Rogers / Capitão América)
Scarlett Johansson (Natasha Romanoff / Viúva Negra)
Mark Ruffalo (Bruce Banner / Hulk)
Chris Hemsworth (Thor)
Jeremy Renner (Clint Barton / Gavião Arqueiro)
Tom Hiddleston (Loki)
Samuel L. Jackson (Nick Fury)
Quando Loki, o rapaz chifrudo que foi literalmente martelado até outra dimensão por seu meio-irmão Thor, se junta com seres espaciais aleatórios e ameaçadores (ok, na cena durante os créditos a situação deles fica mais definida) e planeja dominar a Terra, o agente da SHIELD Nick Fury vai atrás dos maiores heróis da Terra - mas, como Batman é de outra editora, se contenta em chamar pro pau o Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Viúva Negra e o Hulk.
Após os três trailers medianos lançados (respectivamente chamados de Homem de Ferro 2, Thor e Capitão America), tudo indicava que Os Vingadores ia ser mais um filme da Marvel que ia levantar da cama em cima da hora, fazer tudo de qualquer jeito e voltar para dormir. Entretanto, apesar de seguir a receita blockbusteriana dos filmes citados, a película consegue realmente ser engraçada, dinâmica e entregar doses de ação ACACHAPANTES, tornando-se um poderoso soco de diversão desferido sem piedade no queixo do espectador.
Scarlett Johansson + roupa colada + explosão = Cidadão Kane superado
Vão dizer que estão tristes porque o Guardiola disse que vai sair do Barcelona? Ah para! Todos estavam secando o Barcelona para perder de uma vez. Não há a mínima graça em um time que ganha sempre (fora o nosso, claro!). Quando eu vi o gol do Ramires, foi muito espontâneo o "Que golaaaaaço!!... Putz! Mas que golaço ein!!".
O que é possível afirmar com a chegada de Bayern e Chelsea à final é que menos importância os veículos de comunicação vão dar a ela, menos gritinhos femininos serão ouvidos no estádio, as entrevistas dos treinadores serão monótonas pra caramba e, se um time da América do Sul não levar esse Mundial Interclubes é muito do incompetente!!
Se tem algo que me deixa curioso, além de descobrir onde Sergio Busquets faz aulas de atuação, é a forma como funciona a comunicação entre a sinaleira ("semáforo" ou "farol" para os neandertais) e os motoristas. A princípio, parece algo simples: temos três discursos, representados por cores diferentes, cada um transmitindo uma informação específica. Parecido com aquela cena de Contatos Imediatos do Terceiro Grau, mas sem som e sem Spielberg.
Entretanto, tal qual uma discussão de casal, nem tudo é tão simples. O sinal vermelho, por exemplo: ele significa que a passagem está fechada para os carros. Só que o sinal vermelho é menos uma comunicação do que um ultimato: ele é a ÚNICA coisa que consegue conter o trânsito. Sem ele, carros zombariam da velocidade do som em todos os lugares e os pedestres ficariam eternamente esperando por uma oportunidade que jamais surgiria. E os motoristas não param nele por entender sua comunicação ou sua função; param porque, se não o fizerem, serão castigados com uma multa (é mais ou menos o mesmo motivo pelo qual uma criança faz o tema de casa). Logo, aos olhos dos motoristas, o sinal vermelho não significa "pare": significa "cuidado com a multa".
Já o sinal amarelo mostra que o vermelho está prestes a entrar em cena, informando aos motoristas uma única palavra: "atenção". Atenção, o sinal vai fechar. Atenção, pessoas vão atravessar a rua. Atenção, aquele caminhão que está estuprando a barreira do som não vai parar no cruzamento, então é melhor que você o faça. Entretanto, com as mudanças de comportamento observadas na sociedade brasileira ao longo dos anos, o significado foi um pouco distorcido - ao menos para os receptores. Afinal, a ideia continua a mesma - "atenção" -, mas, para ouvidos motorizados, ela quer dizer algo completamente diferente: "é agora ou nunca".
E, finalmente, chegamos ao sinal verde, uma forma esperançosa de dizer aos motoristas "siga em frente". É a indicação de que os motoristas podem seguir em seu caminho motorístico sem problemas. Só que, para eles, o sinal verde não indica nada. Ele praticamente não existe. Pois, se o vermelho interrompe o fluxo de carros (e aqui a palavra é "interromper", algo que invade e interfere) e o amarelo dá um aviso de que o tempo está esgotando, o verde nada mais é do que a restauração do status quo. O fim do mundo paralelo e o retorno à soberania automobilística nas ruas.
Ou seja, mesmo hoje em dia, no século XXI, ainda reina a lei do "sou mais forte, mais rápido e tenho mais toneladas de aço do que você".
Interessante como o futebol nos reserva momentos de absoluto constrangimento. No almoço de domingo comentei com a Márcia-São-Paulina-Doente que infelizmente o jogo do time dela na semifinais do Campeonato Paulista não iria passar na Band em HD no próximo domingo, porque "óbvio" que daria Corinthians x Palmeiras. A Band não iria perder a chance de transmitir um jogo do Corínthians ou do Palmeiras em HD, imagina então dos dois.... "óbvio" que eu quebrei a cara...
E com requintes de crueldade, Ponte Preta e Guarani acabaram com o sonho de Campeão daqueles dois times este ano (ok, só no Campeonato Paulista, porque também me parece "óbvio" que ambos não vão ganhar mais nada este ano, mas vai que.... né?). Com um golzinho próximo dos 45 do segundo tempo, enfiaram 3x1 (sim, nos dois jogos foi igualzinho) e mandaram 30% dos torcedores adversários pra casa. Talvez, pensando que ficaria feio pra TV os clarões na arquibancada, deram um golzinho fio de esperança pro adversário "prá lá dos 45 do segundo tempo", só pra chamar neguinho correndo lá da catraca pra gritar na boca do portão de saída de novo... Tudo em vão.
Ponte e Guarani dão uma sobrevida a campeonatos estaduais que ultimamente só levam os chamados GRANDES às finalíssimas. Eu sei que no Gauchão temos o Caxias na final, mas parece "óbvio" que com forte influencia de uma fórmula que beneficia clubes do nosso interior. Não acredito que tenha de ser a fórmula a ajudá-los e sim seus próprios méritos. E pra piorar o Caxias tratou de demitir o técnico campeão do 1º turno antes da final. Num campeonato de pontos corridos e com mata-mata só no final, o Campeonato Paulista mostrou que equipes menos prestigiadas como Ponte e Guarani também podem chegar lá se mostrarem um pouquinho de competência e sorte.
Ainda é pouco provável que um destes dois times leve a taça. Mesmo assim fiquei feliz de ver um Derby Campineiro escancarar a uma enorme corja de comentaristas "sudestinos" que o Corínthians não é o Barcelona Brasileiro e o Palmeiras tem uma direção medíocre (e faz tempo!).
.... mas vai que, com mais de 100 anos na fila, a Ponte Preta leva essa.. né? Aí sim eu começo a acreditar naquela história de fim do mundo esse ano.
Imagina que o Francisco Noveletto (presidente da Federação Gaúcha de Futebol) vê esse blog? Bom, eu não posso perder a oportunidade de dar um palpite pros nossos campeonatos funcionarem um pouco melhor. Então é isso que eu fiz, num momento ocioso e com vontade de colocar em desenhos as idéias que tenho na cabeça. Pega papel e caneta aí Noveletto!!
Temos tantos campeonatos no nosso futebol e eu não vejo muita relação entre eles. Explicando melhor, não vejo muito bem o motivo de ganhar um torneio, se não está claro onde isso pode levar, entendem? Por isso, proponho, através do desenho abaixo, uma distribuição de campeonatos, enxugando os Campeonatos Estaduais com 10 equipes nas 1ª e 2ª Divisões e ligando o bom desempenho em torneios do primeiro semestre com vagas para torneios mais importantes no segundo semestre, e vice-versa, como manda a lógica que eu não vejo muito por aí... Vai que alguém vê.... né?
Desculpa! Estava procurando um arquivo no meu computador e acabei reencontrando esta foto. Não consegui resistir em dar uma paradinha para dividir, vale a pena.